Festa do Divino

Cambuquira, Minas Gerais

Em Cambuquira fica o Polo Sede da Faculdade Trilógica Nossa Senhora de Todos os Povos: uma cidade calma no sul de Minas Gerais, propícia ao estudo, rodeada de Mata Atlântica, cachoeiras, com ar puríssimo, e as melhores águas minerais e medicinais do mundo.

20ª Festa do Divino
Espírito Santo

01 de junho 2024

A Festa do Divino Espírito Santo celebra a chegada de uma nova era para todos os povos, com igualdade, prosperidade e abundância.

A STOP a Destruição do Mundo organiza as Festas desde 2004, em Cambuquira, como parte da ação social de seus associados.

Na Programação:

Significado da Festa

A Festa do Divino Espírito Santo, realizada pela primeira vez em Alenquer, Portugal, em 1296, pelos seus idealizadores, o rei D. Dinis e a Rainha Isabel, foi levada pelos portugueses, séculos depois, a diversas nações. Entretanto, foi no Brasil e nos Açores que ela implantou-se de modo soberano.

A encenação pública em forma de festa, realizada diretamente pelo povo, foi o caminho escolhido pela Rainha de Portugal, e pelo rei D. Dinis, poeta e dramaturgo, para passar a mensagem da 3ª Idade (do Espírito Santo).

A Festa do Divino Espírito Santo realiza-se atualmente em Tomar, antiga capital dos templários em Portugal.
Os cestos (tabuleiros) com alimentos simbolizam a abundância que haverá no Reino do Espírito Santo.

Desse modo, a celebração, que acontecia nas ruas uma vez por ano, durando muitos dias seguidos, tinha um caráter aristocrático, mas, ao mesmo tempo, popular. A Igreja ocupava propositalmente posição secundária na realização dessas festas, não havendo nas encenações a participação de qualquer religioso.

O principal motivo disso eram os conflitos e atritos constantes, já mencionados, entre o rei de Portugal e parte do clero. Ademais, não se justificava que uma festa em louvor da Terceira Idade fosse conduzida por representantes clericais da Segunda.

O ato principal das Festas do Divino consistia na coroação simbólica de um Imperador, que não deve ser confundido com os imperadores tradicionais, como os do Império Romano ou Carolíngeo (de Carlos Magno). Marcando bem esta diferença fundamental, o coroado nas festas é um inocente menino, ou um pobre do povo.

De preferência, um inocente menino pobre do povo. Segundo António Quadros:

“o Império do Espírito Santo tal como anunciado no mistério da Coroação, não é em suma um império de fora para dentro, um império sociocrático ou autocrático, mas um império de dentro para fora (…) um império (…) que é a conversão dos cristãos, também como cidadãos e homens sociais, à luz, à verdade e à vida que veio trazer Jesus Cristo no seu exemplo e paixão e que o Espírito Santo transmite aos que o invocam com o coração puro, bem assim como, ao mesmo tempo, a conversão de todo o mundo em sua variedade de crenças de culturas e de civilizações, sem perda do próprio de cada uma. “(…)

“O Quinto Império é um império (…) irrealizável por simples coroação, herança, lei, ditadura ou partido, por parte de grupos oligárquicos, classes políticas ou revolucionários voluntaristas. Não é o rei que é coroado imperador, nem sequer a autoridade local ou bispo ou o sacerdote paroquial. É o pobre, é a criança, é o que visivelmente está carenciado da plenitude de ser humano pela condição social ou pela idade.”

No ato da coroação, o menino vinha rodeado por cinco personagens, representando o Homem Universal, ou a sociedade humana no seu conjunto: um homem velho, uma mulher velha, um homem novo, uma mulher nova e outro menino, que seria coroado no ano seguinte.
A Coroa, fechada e encimada por uma pomba, é o símbolo tradicional do Divino Paráclito. O ritual da Coroação e as festas indicam, de acordo com algumas interpretações, a subordinação das idéias, das classes e das forças numa fidelidade não à Igreja institucional, mas ao Evangelho Eterno.
De acordo com alguns autores, a pessoa coroada é, por assim dizer, o profeta do Império do Espírito Santo de amanhã. Para Quadros, “(nela) se representam os bem-aventurados, isto é, os pobres em espírito, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os pacificadores, os que sofrem perseguição por causa da justiça, os insultados e caluniados, que exaltou Jesus no Sermão da Montanha”. (111)
Outros autores consideram que o menino coroado simboliza o Espírito Santo (de Cristo) que volta para ser e viver como uma criança, conforme Jesus disse: “se não fordes como uma criança não entrareis no reino de meu Pai”.

Por ordem do Menino Coroado do Divino, libertavam-se os presos da cadeia, como símbolo de uma sociedade pacífica e sem crimes. Ao longo do tempo, houve modificações. De início, libertavam-se os presos. Depois, só os que tinham pouca pena a cumprir. Chegou-se, posteriormente, à libertação simbólica de um ator no lugar do preso (como ainda é feito em Parati, no Rio de Janeiro e em outros lugares no Brasil). De acordo com alguns historiadores, em festas realizadas na Amazônia ainda se libertam os presos verdadeiramente.
Numa linguagem keppeana, a Terceira Idade caracterizar-se-á por uma libertação do ser humano tanto de sua psicopatologia (vontade invertida, principalmente) quanto da sociopatologia (pela correção das leis, para uma sociedade mais justa).

 

Uma das características da festa é a distribuição farta de alimentos para todo o povo: símbolo da abundância de recursos materiais e distribuição equitativa que haverá no reino da Terceira Idade. O famoso “bodo”, o sopão distribuído para todo o povo era preparado com a ajuda pessoal da Rainha Santa Isabel, que liderava os trabalhos das cozinheiras.

Dinis instituiu a festa de tal modo que os nobres e poderosos presentes acompanhavam a cerimônia sem se distinguir do povo, comendo à mesma mesa com este, como símbolo do desejo de uma sociedade sem classes. Consta que o próprio rei D. Dinis e sua esposa iam a essas festas comportando-se como qualquer dos presentes e que a Coroa do próprio rei era usada na coroação do imperador, nas primeiras festas.

 

“Em festividades antigas portuguesas ou estrangeiras não havia qualquer referência a Imperador, Império, Coroa, Coroação ou Pomba Simbólica, sendo uma originalidade criada pelos reis autores do Projeto Áureo”. (112)

A Associação Stop a Destruição do Mundo organiza, desde 2004, as Festas do Divino em Cambuquira no sul de Minas Gerais, como parte da ação social de seus associados. Esta festa que já envolve milhares de habitantes da cidade e de indivíduos vindos de diversas partes do Brasil e do mundo, comemora o projeto do divino que é realizado o ano todo com os habitantes da apelidada Aldeia do Divino. A intenção é a de conseguir trabalho, teto, vestuário, alimento, educação, arte e saúde para todos os habitantes da cidade.

18ª Festa do Divino 2022 – 9 de Outubro de 2022
Tema: A Beleza na Era do Divino

17ª Festa do Divino 2021 – 10 a 12 de outubro de 2020 Tema: O Alvorecer do Quinto Império

16ª Festa do Divino 2020 – 10 a 12 de outubro de 2020 Tema: O Alvorecer do Quinto Império

15ª Festa do Divino Espírito Santo 2019 – 6 e 7 de Julho de 2019 Tema: Aldeia do Divino – Projetos de Vida Trilógicos

14ª Festa do Divino 2018 e STOP FORUM Sociedade do Divino – 6 a 8 de Julho de 2018

13ª Festa do Divino Espírito Santo 2017 – 30 de Junho a 2 de Julho de 2017

12ª Festa do Divino Espírito Santo 2016 – 8 a 10 de Julho de 2016
Tema: A Ciência do Espírito Santo

11ª Festa do Divino Espírito Santo 2015 – 28 de Junho de 2015
Tema: O amanhã será o que fizermos hoje

10ª Festa do Divino 2014 – 28 de dezembro de 2014

9ª Festa do Divino 2013 – 6 e 7 de julho de 2013

8ª Festa do Divino 2012 – 7 e 8 de julho de 2012

7ª Festa do Divino 2011 – 10 a 12 de julho de 2011

6ª Festa do Divino 2010 – 17 e 18 de julho de 2010

5ª Festa do Divino 2009 – 13 de junho de 2009

4ª Festa do Divino 2008 – 1 de novembro de 2008

3ª Festa do Divino 2007 – 13 de outubro de 2007

2ª Festa do Divino 2006

1ª Festa do Divino 2005

Notícias

Em Cambuquira fica o Polo da Faculdade Trilógica Nossa Senhora de Todos os Povos e Sede da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco, junto as Faculdades está o Grande Hotel Trilogia

foto marcelo brito cambuquira

Cambuquira

Uma cidade calma no sul de Minas Gerais, propícia ao estudo, rodeada de Mata Atlântica, cachoeiras, com ar puríssimo.

Berço das melhores águas minerais do mundo e natureza exuberante.

Apenas 300km de BH, SP e RJ. Perto de Três Corações e Varginha.

O Grande Hotel Trilogia (GHT)

Privilegiadamente localizado num dos pontos mais altos da cidade, em frente ao Parque das Águas, onde se encontra a melhor água mineral do mundo, com seis fontes terapêuticas.

Parque das Águas

Abriga 6 fontes de águas minerais (curativas) e o SPA das Águas. O SPA utiliza de suas águas minerais, disponibilizando banhos, tratamento crenoterápico, procedimentos estéticos e relaxantes.

FATRI

Instalações novas, modernas – ambiente de estudo ideal.

Única Faculdade que aplica a Trilogia Analítica (Psico-sócio-patologia) em todas as disciplinas, com professores internacionais.

Ecovila Trilógica
Aldeia do Divino
IMERSÃO INGLES portugues historia secreta do brasil cambuquira minas gerais
Um lugar para todos os povos, um centro para a ação no bem.

Um projeto da FATRI – Faculdades Trilógicas, futuro “campus” experimental, laboratório das aplicações dos projetos socioambientais trilógicos, junto à comunidade de Cambuquira, no estado de Minas Gerais, Brasil.

Em fase de implantação, já conta com estudo de pequenas empresas e casas ecológicas, trilhas, agricultura orgânica, plantas medicinais, tecnologia limpa, arte, trabalho social, cursos e grupos de estudos.

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